O InnovPlantProtect (InPP) acaba de lançar o seu novo vídeo institucional, uma peça que reflete a identidade do CoLAB, a sua missão e a visão que orienta o desenvolvimento de soluções biológicas e digitais para uma agricultura mais sustentável, resiliente e preparada para responder aos desafios atuais e do futuro.
Mais do que uma apresentação institucional, o vídeo destaca as pessoas que fazem parte do InPP, a cultura de colaboração que caracteriza a organização e o compromisso diário com a inovação, a transferência de conhecimento e a criação de valor para o setor agroalimentar.
Enquanto CoLAB, o InPP promove a aproximação entre ciência e indústria, reunindo empresas, instituições científicas e outros parceiros em torno do desenvolvimento de soluções inovadoras que respondam às necessidades reais da agricultura. O novo vídeo traduz esse posicionamento e evidencia a forma como o conhecimento científico é transformado em soluções com impacto para a competitividade, a sustentabilidade e a digitalização do setor.
Este lançamento integra a estratégia de reforço da comunicação institucional do InPP, iniciada no início deste ano com a renovação do website. O novo vídeo representa mais um passo na afirmação da identidade da organização e na forma como comunica com empresas, parceiros, clientes, investidores e instituições, e toda a comunidade ligada ao setor agrícola e agroalimentar.
Assista ao vídeo já disponível no canal de YouTube do InnovPlantProtect aqui e descobra a história, os valores e a visão que impulsionam o trabalho desenvolvido pelo InPP.
O InnovPlantProtect (InPP), representado por Ricardo Ramiro, Diretor de Ciência de Dados e Bioinformática, participou na reunião de arranque (Kick-Off Meeting) do projeto europeu SENTRY – Precision Agriculture Solution for Plant Pathogen Surveillance and Risk Assessment, que decorreu entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, em Limassol, Chipre.
Financiado pelo Programa Horizonte Europa, o SENTRY arrancou oficialmente a 1 de junho de 2026 e reúne 21 parceiros de sete países europeus, entre os quais seis entidades portuguesas, refletindo o forte contributo nacional para o desenvolvimento de soluções inovadoras na área da saúde vegetal.
Durante três dias de trabalho, representantes das entidades parceiras reuniram-se para alinhar os objetivos científicos e técnicos do projeto, definir a metodologia de implementação e estabelecer o plano de atividades para os próximos 48 meses. A reunião permitiu ainda promover a colaboração entre os diferentes parceiros e preparar as primeiras ações de investigação, desenvolvimento e demonstração.
O SENTRY pretende desenvolver uma nova geração de soluções para a vigilância, deteção precoce, prevenção e gestão sustentável de doenças das plantas. Para tal, o projeto combinará tecnologias avançadas de deteção molecular, sensores ambientais, inteligência artificial, modelos preditivos e ferramentas de apoio à decisão, permitindo identificar precocemente o risco de ocorrência de doenças e apoiar intervenções mais eficazes.
Para além da monitorização e avaliação do risco, o projeto irá desenvolver e validar soluções inovadoras para o controlo de agentes fitopatogénicos ao longo de toda a cadeia de valor agroalimentar, desde a produção agrícola até ao armazenamento e distribuição dos produtos, contribuindo para reduzir perdas, diminuir a utilização de produtos fitofarmacêuticos e reforçar a segurança alimentar.
O InPP integra este consórcio multidisciplinar, contribuindo com a sua experiência em proteção das plantas, inovação agrícola e transferência de conhecimento para o setor agroalimentar. A participação do InPP reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento de soluções científicas e tecnológicas que promovam uma agricultura mais sustentável, resiliente e preparada para responder aos desafios das alterações climáticas.
Ao longo dos próximos quatro anos, o SENTRY irá gerar conhecimento, desenvolver tecnologias inovadoras e demonstrar novas abordagens para a gestão integrada de doenças das plantas, contribuindo para reforçar a competitividade e a sustentabilidade da agricultura europeia.
O InnovPlantProtect (InPP) marcou presença na Assembleia Geral dos 24 meses do projeto europeu VINNY, que decorreu nos dias 23 e 24 de junho em Viena e Klosterneuburg, na Áustria. A instituição foi representada por Cristina Azevedo, diretora da Área de Biosoluções, e por Tiago Amaro, investigador da subárea de Proteção de Plantas.
A reunião reuniu os parceiros do consórcio com o objetivo de avaliar o progresso alcançado ao longo dos primeiros dois anos do projeto, analisar os resultados obtidos e definir as próximas etapas para o desenvolvimento de soluções inovadoras que promovam uma viticultura mais sustentável, resiliente e competitiva.
Durante os primeiros 2 anos de implementação do VINNY, foram alcançados importantes marcos científicos e tecnológicos. Entre os principais destaques encontram-se a validação, em condições controladas, de compostos bioativos derivados da videira e de biofertilizantes de origem biológica, o desenvolvimento de novas tecnologias e metodologias de aplicação e o arranque dos ensaios em condições reais de campo, permitindo avaliar o desempenho das soluções em contexto produtivo.
A participação do InPP nesta Assembleia Geral constituiu também uma oportunidade para reforçar a colaboração com os restantes parceiros europeus, promover a partilha de conhecimento e discutir os desafios técnicos e científicos associados ao desenvolvimento de biosoluções inovadoras para o setor vitivinícola.
O segundo dia do encontro incluiu uma visita técnica às instalações da HBLA und BA für Wein- und Obstbau Klosterneuburg, onde os participantes acompanharam os ensaios em vinha e em estufa atualmente em curso. A visita permitiu conhecer de perto as atividades experimentais desenvolvidas pelos parceiros e promover a troca de experiências relativamente às diferentes abordagens de validação das soluções em ambiente real.
A Assembleia Geral terminou com o alinhamento das atividades previstas para a próxima fase do projeto, reforçando o compromisso do consórcio em acelerar a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis e de biosoluções seguras, eficazes e ambientalmente responsáveis para responder aos desafios atuais e futuros da viticultura europeia.
A participação do InPP neste encontro reflete o seu compromisso contínuo com a investigação, a inovação e a transferência de conhecimento, contribuindo ativamente para o desenvolvimento de biosoluções seguras, eficazes e amigas do ambiente que promovam uma agricultura mais sustentável e resiliente.
O projeto VINNY reúne um consórcio internacional de entidades de investigação, universidades, empresas e organizações do setor agrícola, que trabalham em conjunto no desenvolvimento de estratégias inovadoras para reduzir a dependência de produtos convencionais de proteção das culturas e potenciar a utilização de biosoluções na produção vitivinícola.
O InnovPlantProtect (InPP) celebrou durante a 38ª Ovibeja dois protocolos de parceria, com o Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio (COTR) e com a Portugal Nuts – Associação Promoção Frutos Secos.
No âmbito da parceria com o COTR, o InPP propõe-se desenvolver, em conjunto com o centro de competências para o regadio nacional e seus associados, estratégias para solucionar os desafios colocados à produção agrícola pelas pragas e doenças, bem como fornecer serviços aos sócios membros da organização. O COTR, por sua vez, dispõe-se a prestar apoio no levantamento dos principais desafios com que os associados se debatem em termos de pragas e doenças, e dar-lhes a conhecer o InPP e respetivas valências.
Gonçalo Morais Tristão, presidente da direção do COTR, e Pedro Fevereiro, diretor executivo do InPP
O protocolo com a Portugal Nuts visa a colaboração em projetos na temática dos desafios colocados aos frutos secos, incluindo o desenvolvimento de novos produtos sustentáveis e serviços analíticos e digitais para a proteção de culturas contra pragas e doenças, em particular para as culturas de frutos secos. A Portugal Nuts, por seu lado, propõe-se colocar os seus associados em contacto com o InPP, apresentar-lhes os serviços fornecidos pelo CoLAB e apoiar o InPP na identificação de produtores que reúnam condições para a realização de projetos piloto e ensaios de campo.
João Roseiro, membro da direçao da Portugal Nuts, em representação da SLM Partners, e Pedro Fevereiro, diretor executivo do InPP
O laboratório colaborativo (CoLAB) InnovPlantProtect (InPP) esteve presente na Ovibeja 2022, no stand 64 do Pavilhão Institucional, no Parque de Feiras e Exposições Manuel de Castro e Brito, em Beja, entre os dias 21 e 25 de abril de 2022.
No stand, foi possível conhecer melhor a atividade do InPP no âmbito do desenvolvimento de soluções bioinspiradas para a proteção de culturas contra pragas e doenças, incluindo serviços e produtos concretos que o CoLAB já está preparado para oferecer às diferentes fileiras.
Parte da equipa de 33 investigadores esteve no local ao longo dos cinco dias da feira, para demonstrar ao visitante as várias valências do InPP.
O Departamento de Novos Biopesticidas, por exemplo, mostou agentes de controlo biológico (BCA, na sigla inglesa) – fungos e bactérias em placas de Petri -, bem como plantas de arroz saudáveis e infetadas com o fungo Magnaportheoryzae, causador da piriculariose do arroz, e alguns BCA que inibem o M. oryzae. O Departamento de Formulações e Desenvolvimento de Processos levou amostras exemplificativas de encapsulamento de agentes ativos de biocontrolo (pré e após processamento), permitindo aos visitantes produzirem “bolinhas” de alginato (pequenas cápsulas) com as suas próprias mãos.
Os investigadores do Departamento de Gestão de Dados e Análise de Risco falaram sobre análise de microbioma e desenvolvimento de modelos de risco, e demonstraram o dashboard de uma calculadora meteorológica desenvolvida no InPP. Em matéria de Proteção de Culturas Específicas, foi possível conhecer melhor os serviços laboratoriais que oferecemos, nomeadamente de identificação e diagnóstico molecular, bem como perceber como funcionam os testes de biocontrolo in vitro, e acompanhar o trabalho efetuado referente à doença do trigo ferrugem amarela, entre muitos outros.
Vídeos, fotos e apresentações estiveram sempre disponíveis num monitor, para que o visitante pudesse “entrar” virtualmente na nossa casa, laboratórios, trabalho de campo, eventos e outras iniciativas, além de conversar com a equipa presente para o receber.
No sábado, 23 de abril, às 15h, o InPP organizou no Auditório ACOS um colóquio subordinado ao tema “Proteger as culturas para alimentar o mundo: dos micro-organismos do solo às técnicas de monitorização das pragas e doenças”.
Nesta conferência participaram o diretor executivo do InPP, Pedro Fevereiro, que apresentou o CoLAB, iLaria Marengo, diretora do departamento de Monitorização e Diagnóstico, que falou sobre deteção remota aplicada à proteção das culturas, e Ricardo Ramiro, diretor do departamento de Gestão de Dados e Análise de Risco, que abordou o tema do microbioma do solo.
Pedro Fevereiro participou também no seminário que a ACOS – Associação de Agricultores do Sul organizou no dia 23 às 10h30, intitulado “Como alimentar o planeta?”, o tema da Ovibeja 2022, no Auditório ACOS, e no colóquio “A agenda verde europeia. Sustentabilidade da agricultura e soberania alimentar”, que se realizou na sexta-feira, 22 de abril, às 16h, no Auditório da Expobeja.
OUTRAS ATIVIDADES
“Consultório das Plantas” foi o nome da atividade destinada aos mais novos que o InPP realizou no sábado, dia 23, por volta das 16h, no âmbito da programação do Centro de Biotecnologia Agricola e Agro-Alimentar do Alentejo (CEBAL) na 38ª Ovibeja.
Para demonstrar a importância de tratarmos as plantas doentes com soluções ambientalmente sustentáveis, a investigadora do InPP Tânia Pinto levou amostras de oliveira infetadas com olho de pavão, uma doença causada pelo fungo Spilocaea oleaginea, e placas de Petri com fungos, para explicar a importância de analisar o agente patogénico, na busca de uma solução.
A “Dra. Tânia” pulverizou a amostra doente com um “biomedicamento” em spray e mostrou exemplos de oliveira saudável, para que os jovens visitantes pudessem ver a diferença.
No domingo ao final da manhã, o diretor executivo do InPP, Pedro Fevereiro, estará com o CEBAL para uma conversa informal com os visitantes.
PROTOCOLOS DE PARCERIA
O InPP celebrou na Ovibeja dois protocolos de parceria, com o COTR – Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio e com a Portugal Nuts – Associação Promoção Frutos Secos, com vista à colaboração no desenvolvimento de soluções para proteger as culturas contra pragas e doenças. Saiba mais.
Três turmas da Escola Básica de Alcáçova plantaram hoje perto de duas dezenas de árvores junto ao Aqueduto da Amoreira, em Elvas, numa iniciativa que juntou a escola, a equipa de sustentabilidade do InnovPlantProtect, o Município elvense e a Bolschare.
Foi com mãos e pés pequeninos, mas muita genica e vontade, que cerca de 50 alunos dos 2.º, 3.º e 4.º anos de escolaridade da Escola Básica de Alcáçova, em Elvas, pegaram em pás, sachos, regadores, baldes e 19 amendoeiras com um metro de altura, para as plantarem na zona envolvente dos chamados “arcos da Amoreira”, no Rossio de São Francisco, junto ao histórico aqueduto elvense.
Contaram com a ajuda das professoras, dos técnicos da SOF Jardins e das investigadoras da equipa de sustentabilidade do InnovPlantProtect (InPP), InPP Greeners, que lançou esta ação, Cláudia Almeida Silva, Cátia Patrício, Cristina Azevedo e Joana Castro. E da meteorologia: depois de inicialmente prevista para assinalar o Dia Mundial da Árvore 2022, a 21 de março, a atividade foi realizada na tarde de hoje, 6 de abril, com o sol a brilhar.
O espaço onde decorreu a plantação pertence à Câmara Municipal de Elvas (CME) e as amendoeiras foram doadas pela Bolschare. Com esta ação, os InPP Greeners procuraram sensibilizar os alunos do ensino básico para a importância das árvores para a vida. As amendoeiras foram escolhidas porque não só fazem parte do trabalho que está a ser desenvolvido pelo InPP, como são de grande interesse económico para a região e são árvores paisagisticamente muito bonitas.
A CME abraçou de imediato esta iniciativa “por razões óbvias”, diz o vereador Hermenegildo Rodrigues, que esteve hoje no terreno a acompanhar as atividades. “Enquanto responsáveis, temos de valorizar as mudanças de hábitos e de atitudes no que toca à pegada ecológica e, acima de tudo, envolver aqueles que serão os futuros decisores”, sublinhou o vereador.
Simão, de 7 anos, foi um dos que experimentou comer uma amêndoa – já existem amendoeiras adultas naquele espaço; surpreendeu-se quando a diretora de departamento do InPP e membro dos Greeners Cristina Azevedo apresentou às crianças o epicarpo da drupa, com a sua característica cor verde. Para Simão, “se não houvesse árvores, o mundo não tinha árvores”, que, além disso, também são muito importantes “porque nos dão maçãs e peras”.
Esta foi “uma iniciativa muito rica, porque os alunos precisam deste tipo de atividade, que os envolva, que os associe com a cidade e que lhes proporcione o ‘poder fazer’”, observou Ana Teresa Babinha, professora do 2º AA. “E houve oportunidade para todos fazerem, para experimentarem plantar”, frisou a professora, que louvou a ação por levar as crianças a colocarem efetivamente “as mãos na massa”.
Ana Teresa Babinha destacou também o facto de os alunos ficarem agora com a responsabilidade de cuidar destas amendoeiras, num sistema ainda a definir pela Escola. Além disso, é uma atividade “que vai ganhar vida dentro da sala de aula”, porque constitui uma oportunidade para abordar de novas formas o tema da importância das árvores em contexto de aprendizagem formal.
Os InPP Greeners são a equipa de sustentabilidade do InnovPlantProtect (InPP), criada no final de 2021 para partilhar conhecimento e boas práticas que conduzam à criação de laboratórios e instituições mais sustentáveis, além da promoção da adoção de comportamentos mais sustentáveis por todos os cidadãos. Siga-os no Twitter em @InPPGreeners ou contacte-os por email para inpp.greeners@iplantprotect.pt.
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