O InnovPlantProtect disponibiliza uma nova página de Press Kit, criada para facilitar o acesso da comunicação social a informação institucional e promover uma comunicação mais próxima, rigorosa e acessível sobre os desafios e a inovação na agricultura.
Num contexto em que temas como as alterações climáticas, as pragas e doenças emergentes, as biosoluções ou a agricultura digital assumem uma importância crescente, o InPP pretende contribuir para que o debate público seja sustentado por conhecimento científico sólido e informação baseada na evidência.
A nova área reúne diversos recursos destinados a jornalistas e profissionais da comunicação, incluindo uma apresentação institucional do InnovPlantProtect, materiais de identidade visual, informação sobre a organização e os contactos da equipa de comunicação.
Para além destes recursos, o InnovPlantProtect disponibiliza a sua equipa multidisciplinar para colaborar com os órgãos de comunicação social através de entrevistas, comentários especializados e esclarecimentos sobre temas relacionados com a proteção de culturas, inovação agrícola, soluções biológicas e digitais e investigação aplicada.
Esta iniciativa reforça o compromisso do InPP com uma comunicação científica clara e acessível, aproximando o conhecimento desenvolvido no laboratório colaborativo da sociedade e contribuindo para uma maior literacia sobre os desafios e oportunidades da agricultura.
O InnovPlantProtect (InPP) acaba de lançar o seu novo vídeo institucional, uma peça que reflete a identidade do CoLAB, a sua missão e a visão que orienta o desenvolvimento de soluções biológicas e digitais para uma agricultura mais sustentável, resiliente e preparada para responder aos desafios atuais e do futuro.
Mais do que uma apresentação institucional, o vídeo destaca as pessoas que fazem parte do InPP, a cultura de colaboração que caracteriza a organização e o compromisso diário com a inovação, a transferência de conhecimento e a criação de valor para o setor agroalimentar.
Enquanto CoLAB, o InPP promove a aproximação entre ciência e indústria, reunindo empresas, instituições científicas e outros parceiros em torno do desenvolvimento de soluções inovadoras que respondam às necessidades reais da agricultura. O novo vídeo traduz esse posicionamento e evidencia a forma como o conhecimento científico é transformado em soluções com impacto para a competitividade, a sustentabilidade e a digitalização do setor.
Este lançamento integra a estratégia de reforço da comunicação institucional do InPP, iniciada no início deste ano com a renovação do website. O novo vídeo representa mais um passo na afirmação da identidade da organização e na forma como comunica com empresas, parceiros, clientes, investidores e instituições, e toda a comunidade ligada ao setor agrícola e agroalimentar.
Assista ao vídeo já disponível no canal de YouTube do InnovPlantProtect aqui e descobra a história, os valores e a visão que impulsionam o trabalho desenvolvido pelo InPP.
O InnovPlantProtect (InPP), representado por Ricardo Ramiro, Diretor de Ciência de Dados e Bioinformática, participou na reunião de arranque (Kick-Off Meeting) do projeto europeu SENTRY – Precision Agriculture Solution for Plant Pathogen Surveillance and Risk Assessment, que decorreu entre os dias 23 e 25 de junho de 2026, em Limassol, Chipre.
Financiado pelo Programa Horizonte Europa, o SENTRY arrancou oficialmente a 1 de junho de 2026 e reúne 21 parceiros de sete países europeus, entre os quais seis entidades portuguesas, refletindo o forte contributo nacional para o desenvolvimento de soluções inovadoras na área da saúde vegetal.
Durante três dias de trabalho, representantes das entidades parceiras reuniram-se para alinhar os objetivos científicos e técnicos do projeto, definir a metodologia de implementação e estabelecer o plano de atividades para os próximos 48 meses. A reunião permitiu ainda promover a colaboração entre os diferentes parceiros e preparar as primeiras ações de investigação, desenvolvimento e demonstração.
O SENTRY pretende desenvolver uma nova geração de soluções para a vigilância, deteção precoce, prevenção e gestão sustentável de doenças das plantas. Para tal, o projeto combinará tecnologias avançadas de deteção molecular, sensores ambientais, inteligência artificial, modelos preditivos e ferramentas de apoio à decisão, permitindo identificar precocemente o risco de ocorrência de doenças e apoiar intervenções mais eficazes.
Para além da monitorização e avaliação do risco, o projeto irá desenvolver e validar soluções inovadoras para o controlo de agentes fitopatogénicos ao longo de toda a cadeia de valor agroalimentar, desde a produção agrícola até ao armazenamento e distribuição dos produtos, contribuindo para reduzir perdas, diminuir a utilização de produtos fitofarmacêuticos e reforçar a segurança alimentar.
O InPP integra este consórcio multidisciplinar, contribuindo com a sua experiência em proteção das plantas, inovação agrícola e transferência de conhecimento para o setor agroalimentar. A participação do InPP reforça o compromisso da instituição com o desenvolvimento de soluções científicas e tecnológicas que promovam uma agricultura mais sustentável, resiliente e preparada para responder aos desafios das alterações climáticas.
Ao longo dos próximos quatro anos, o SENTRY irá gerar conhecimento, desenvolver tecnologias inovadoras e demonstrar novas abordagens para a gestão integrada de doenças das plantas, contribuindo para reforçar a competitividade e a sustentabilidade da agricultura europeia.
Na passada sexta-feira, dia 26 de Agosto, o InPP recebeu a visita da Conselheira de Ação Exterior e Governo Aberto da Catalunha, Victòria Alsina, e do delegado do Governo da Catalunha em Portugal, Rui Reis, que se fizeram acompanhar pela Vereadora da Câmara Municipal de Elvas, Paula Calado.
Foram recebidos pelos diretores de departamento, David Learmonth, iLaria Marengo e Sandra Correia, que apresentaram as infraestruturas do InPP, os laboratórios, bem como as diferentes áreas de investigação que estão a ser exploradas pelos cinco departamentos do laboratório colaborativo.
Esta visita teve como objetivo criar e estabelecer novas parcerias e colaborações com esta comunidade autônoma da Espanha, um ator internacional fundamental para Portugal na sua vertente económica e científica, na qual as indústrias agroalimentares têm grande expressão. Estabelecer parcerias faz parte da filosofia do InPP e, portanto, esta visita permitiu explorar as valências de cada um dos envolvidos e encontrar pontos de sinergia, onde se pretendeu identificar áreas de interesse para possíveis parcerias e colaborações.
Durante a visita às instalações do InPP, a comitiva teve ainda a oportunidade de falar com alguns dos investigadores do InPP, que puderam explicar pessoalmente alguma da investigação que têm desenvolvido atualmente no InPP no combate às pragas e doenças emergentes das plantas.
Tiago Amaro explica o trabalho do departamento de Novos BiopesticidasRupesh Singh, investigador do departamento de Proteção de Culturas EspecíficasHadi Sheikhnejad, investigador do departamento de Proteção de Culturas EspecíficasTânia Pinto, investigadora do departamento de Formulações e Desenvolvimento de Processos
Equipa do InnovPlantProtect (InPP) identifica os materiais mais promissores para encapsular agentes de proteção biológicos destinados ao controlo de pragas e doenças emergentes em culturas agrícolas. Os produtos naturais de origem animal, provenientes de fontes marinhas e terrestres, bem como os sintéticos, têm sido os mais utilizados, devido à sua baixa toxicidade e biodegradabilidade, concluem os investigadores num artigo de revisão sistemática agora publicado na revista científica ACS Agricultural Science & Technology. Mas será que estas soluções são escaláveis e economicamente viáveis?
Os agentes de proteção biológicos, microrganismos como bactérias, fungos ou biomoléculas com substâncias ativas capazes de prevenir ou controlar ou suprimir pragas e doenças em plantas, têm sido considerados alternativas mais sustentáveis aos pesticidas químicos tradicionais. No entanto, estes agentes são muito sensíveis às condições atmosféricas, e começam a degradar-se devido à humidade, temperatura e radiação solar.
Devido à sensibilidade das substâncias ativas, o desafio é desenvolver um material biodegradável e sustentável que envolva, i.e., que encapsule os agentes biológicos, protegendo-os, para que possam ser aplicados de forma eficaz nas culturas agrícolas mediterrânicas. O encapsulamento dos agentes biológicos traz várias vantagens para o produtor agrícola, nomeadamente a facilidade de manuseamento, a aplicação controlada de dosagens inferiores e menos frequentes, a maior especificidade para o alvo, uma estabilidade prolongada e maximização da permanência, o que leva a uma maior eficácia do agente biológico no combate a pragas e doenças.
Representação esquemática do processo de encapsulamento de um agente biológico para proteção de pragas em pêra
Os quatro investigadores analisaram os estudos com vista a “identificar os materiais mais utilizados para encapsular os agentes biológicos para controlo de pragas e doenças com maior eficácia, maior atividade sistémica e menor impacto ambiental”. Os investigadores analisaram também os métodos e técnicas de encapsulamento que têm sido utilizados atualmente pelas equipas de investigação em várias partes do mundo.
“Os dados apresentados neste artigo indicam que materiais baseados em polímeros, de origem natural ou sintética, e materiais inorgânicos podem melhorar a estabilidade e o desempenho de uma ampla gama de substâncias ativas bioinspiradas”, afirmam os investigadores.
Contudo, a equipa alerta que “embora o interesse da investigação por estes materiais encapsulantes esteja a aumentar, o atual nível de conhecimento ainda não permite uma avaliação totalmente justa e imparcial dos prós e contras que surgirão do uso de sistemas micro e nano para encapsulamento dos agentes biológicos e seu uso na agricultura”, adiantando que “é necessário uma melhor compreensão do destino e da segurança a longo prazo destes produtos”.
“Embora as tecnologias apresentadas nesta revisão exibam perfis de eficácia e segurança promissores, é improvável que todas estas sejam escaláveis e transformáveis em soluções economicamente viáveis para os problemas agrícolas presentes e futuros. É necessária mais investigação e desenvolvimento de esforços contra pragas e doenças das culturas, tendo como foco as estratégias que verdadeiramente tenham em conta as necessidades dos agricultores nos campos agrícolas, pois só assim será possível criar-se inovação”, conclui a equipa.
Investigadores Cláudia Silva, Tânia Pinto, Sónia Siquenique e David Learmonth
No dia 18 de Agosto, os investigadores do Departamento de Novos Biopesticidas do InnovPlantProtect (InPP), Pedro Rosa e Tiago Amaro, estiveram na bacia do Tejo/Sorraia, em Coruche e Porto Alto, em Samora Correia, para recolher amostras de arroz infectadas com o fungo Magnaporthe oryzae, causador da piriculariose. A amostragem foi realizada no âmbito do projeto BlaSTOP – Desenvolver soluções integradas para combater a piriculariose do arroz.
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