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O diretor executivo do InnovPlantProtect (InPP), António Saraiva, participou na conferência “Que desafios se colocam ao setor agroflorestal nacional para a próxima década?”, que decorreu na Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC) do Instituto Politécnico de Coimbra, na passada terça-feira, 22 de abril.

No evento, que reuniu mais de 150 participantes e foi organizado por 17 Centros de Competências nacionais, foram debatidos temas como inovação, sustentabilidade, conservação do solo, monitorização do montado e gestão eficiente da agropecuária.

António Saraiva integrou o painel de comentadores, que teve como orador Pedro Santos, Diretor-geral da CONSULAI, e moderação de Maria Custódia Correia, Coordenadora da Rede AKIS Portugal. A sessão de abertura contou com a presença do Ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, que anunciou a publicação da Portaria de 21 de abril para abertura da Bolsa de Iniciativas para a constituição de Grupos Operacionais (GO).

Esta iniciativa disponibiliza um total de 11 milhões de euros para os novos GO, com um máximo de 350 mil euros por projeto e financiamento elegível de 100%.

Os GO são considerados estruturas cruciais para a transferência de conhecimento e o fortalecimento do AKIS (Sistema de Conhecimento e Inovação na Agricultura).

Um agradecimento especial aos 17 Centros de Competências pela oportunidade de participar neste encontro produtivo!

Créditos de imagens: Rede Rural Nacional

Beyond strategy: The secret ingredient of innovation

On the path to success, organizations define strategies, plan each step, and invest in crucial resources such as the sale of services and products, project applications, the development of solid business plans, and the protection of intellectual property. However, there is an often-neglected element that is fundamental to the flourishing of innovation: serendipity. But what exactly is this mysterious force, and why is it so vital to advancing agriculture and so many other areas?

When chance opens doors: The power of unplanned discovery

Serendipity lies in the art of finding something valuable when looking for something else. It’s the unintentional discoveries that arise from unexpected situations. Throughout history, some of the most transformative innovations have not been the result of a rigorous plan, but rather of a fortuitous encounter with the unknown. Although deliberate research and methodical experimentation are pillars of scientific and technological progress, openness to the unexpected proves to be a powerful catalyst. When researchers cultivate this openness, they often come across revelations that have the potential to revolutionize entire industries, transform technologies, and expand our understanding of the world around us.

A close look at the “error”: The genesis of an innovative biofungicide

Today, we unveil the surprising and inspiring story of Maria Miguel, a talented researcher from the InPP’s New Biopesticides Department, whose insight transformed a fortuitous event into a discovery of inestimable value: a broad-spectrum biofungicide capable of combating Botrytis cinerea, the relentless fungus responsible for the devastating gray mold disease in tomato plants. This pathology represents one of the greatest phytosanitary challenges in tomato cultivation, especially when grown in greenhouses, causing significant losses to producers if not controlled in a timely manner.

From discard to discovery: An investigator’s insight

The journey of this discovery began in a scenario familiar to any researcher: the observation of Petri dishes, used to grow cell or microorganism cultures. In Maria Miguel’s Petri dishes, colonies of the fungus Botrytis cinerea were growing, intentionally introduced there for study. However, something else caught her attention: one of the plates was contaminated by mold, and curiously, a clear zone surrounded this intruder. Instead of discarding the plate and ignoring it as mere contamination, Maria Miguel decided to investigate the reason behind that clear area. Her curiosity revealed that the mold had a surprising ability to inhibit the growth of Botrytis cinerea in its vicinity.

“Sometimes we look at something and think it’s a mistake. The truth is that within a failure, there can be something good,” shares the researcher. The emotion and enthusiasm of a researcher when realizing that what at first seemed like an obstacle, a negative result, can actually be an opportunity, is contagious. For Maria Miguel, this “error” transformed into a serendipitous discovery with enormous potential.

Maria Miguel, a researcher at the InPP’s Department of New Biopesticides, transformed an unexpected event into a groundbreaking discovery: a broad-spectrum biofungicide to combat gray mold in tomato plants.

Beyond chance: The active ingredients of scientific discovery

As the story of this biofungicide demonstrates, the world of science is full of examples of discoveries that arose from the unexpected. One of the most famous cases is the discovery of penicillin by Alexander Fleming in 1928. While observing Petri dishes, Fleming noticed that a mold was producing a substance that eliminated Staphylococcus aureus bacteria around it. He identified the mold as Penicillium notatum and named his revolutionary antibiotic penicillin. Penicillin ended up becoming an extremely important drug for fighting infections.

However, chance is not the only protagonist of these important revelations. “Sometimes we have to follow our intuition and be able to prove that we are right or wrong,” explains Maria Miguel. In addition to intuition, a generous dose of curiosity, an open mind to accept unexpected results, a solid scientific knowledge, and the ability to see and advance to further investigations on surprising results play a crucial role in the alchemy of discovery.

The ecosystem of discovery: Fostering an environment conducive to innovation

There are other ingredients that contribute to the recipe for scientific success:

  • Creativity: The ability to generate new perspectives, concepts, questions, or solutions, and the willingness to explore existing ideas under a new light.
  • Flexibility: The courage to venture into unknown territories without fear of failure, thus increasing the odds of serendipitous encounters.

But no discovery flourishes in isolation. At InPP, the strong team spirit and culture of collaboration transcend departmental boundaries. Maria Miguel’s discovery is a testament to this synergy, as she herself acknowledges: “My colleagues opened doors so that I could do my research.”

To foster innovation, organizations need to cultivate an environment that stimulates open discussions and connects people from diverse areas of knowledge and life experiences, without judgment; that encourages curiosity and receptiveness to new experiences; and that promotes a relentless pursuit of improving scientific knowledge, the fertile ground where serendipity can germinate.

Sowing the future: The impact of a discovery and the path of research

Although Maria Miguel is about to embark on a new journey, driven by a prestigious Marie Skłodowska-Curie doctoral fellowship – a program that supports the career of researchers and promotes excellence and innovation in research – her legacy at InPP is already flourishing. Her innovative discovery is opening new and promising doors for future research in the area of crop protection, demonstrating how, at times, it is in the unexpected that the potential to transform our world lies.

Para além da estratégia: O ingrediente secreto da inovação

No caminho para o sucesso, as organizações definem estratégias, planeiam cada passo e investem em recursos cruciais como a venda de serviços e produtos, a candidatura a projetos, a elaboração de planos de negócios sólidos e a proteção da propriedade intelectual. No entanto, há um elemento muitas vezes negligenciado, mas fundamental para o florescimento da inovação: a serendipidade. Mas o que é exatamente esta força misteriosa e por que razão é tão vital para o avanço da agricultura e de tantas outras áreas?

Quando o acaso abre portas: O poder da descoberta não planeada

A serendipidade reside na arte de encontrar algo valioso quando se procura outra coisa. São as descobertas não intencionais que surgem de situações inesperadas. Ao longo da história, algumas das inovações mais transformadoras não foram fruto de um plano rigoroso, mas sim de um encontro fortuito com o desconhecido. Embora a investigação deliberada e a experimentação metódica sejam pilares do progresso científico e tecnológico, a abertura ao inesperado revela-se um catalisador poderoso. Quando os investigadores cultivam esta abertura, muitas vezes deparam-se com/tropeçam em revelações que têm o potencial de revolucionar indústrias inteiras, transformar tecnologias e expandir a nossa compreensão do mundo que nos rodeia.

Um olhar atento ao “erro”: A génese de um biofungicida inovador

Hoje, desvendamos a surpreendente e inspiradora história de Maria Miguel, uma investigadora talentosa do Departamento de Novos Biopesticidas do InPP, cuja perspicácia transformou um acontecimento fortuito numa descoberta de valor inestimável: um biofungicida de largo espectro capaz de combater o Botrytis cinerea, o fungo implacável responsável pela devastadora doença da podridão cinzenta nos tomateiros. Esta patologia representa um dos maiores desafios fitossanitários na cultura do tomate, especialmente quando cultivada em estufa, causando prejuízos significativos aos produtores se não for controlada atempadamente.

Do descarte à descoberta: A perspicácia de uma investigadora

A jornada desta descoberta começou num cenário familiar para qualquer investigador: a observação de placas de Petri, usados para cultivar culturas de células ou microrganismos. Nas placas de Maria Miguel, colónias do fungo Botrytis cinerea cresciam, ali introduzidas intencionalmente para estudo. Contudo, algo mais chamou a sua atenção: uma das placas estava contaminada por um bolor, e curiosamente, uma zona límpida rodeava este intruso. Em vez de descartar a placa e ignorar como uma mera contaminação, Maria Miguel decidiu investigar a razão por detrás daquela área clara. A sua curiosidade revelou que o bolor possuía uma capacidade surpreendente de impedir o crescimento do Botrytis cinerea nas suas proximidades.

“Às vezes olhamos para algo e pensamos que é um erro. A verdade é que num falhanço pode haver algo bom”, partilha a investigadora. A emoção e o entusiasmo de um investigador ao perceber que aquilo que à primeira vista parecia um obstáculo, um resultado negativo, pode, na verdade, ser uma oportunidade, é contagiante. Para Maria Miguel, este “erro” transformou-se numa descoberta serendipitosa com um potencial enorme.

Maria Miguel, investigadora do Departamento de Novos Biopesticidas do InPP, que transformou um acontecimento inesperado numa descoberta que mudou o rumo do seu trabalho: um biofungicida de largo espectro para combater a podridão cinzenta nos tomateiros.

Para além do acaso: Os ingredientes ativos da descoberta científica

Tal como a história deste biofungicida demonstra, o mundo da ciência está repleto de exemplos de descobertas que surgiram do inesperado. Um dos casos mais célebres é a descoberta da penicilina por Alexander Fleming em 1928. Ao observar placas de Petri, Fleming notou que um bolor estava a produzir uma substância que eliminava as bactérias Staphylococcus aureus ao seu redor. Identificou o bolor como Penicillium notatum e batizou o seu revolucionário antibiótico de penicilina. A penicilina acabou por se tornar um medicamento extremamente importante para combater infeções.

No entanto, o acaso não é o único protagonista destas revelações importantes. “Às vezes temos de seguir a nossa intuição e sermos capazes de provar que estamos certos ou errados”, elucida Maria Miguel. Para além da intuição, uma dose generosa de curiosidade, a mente aberta para aceitar resultados inesperados, um conhecimento científico sólido e a capacidade de ver e avançar para investigações adicionais sobre resultados surpreendentes desempenham um papel crucial na alquimia da descoberta.

O ecossistema da descoberta: Fomentando um ambiente propício à inovação

Existem outros ingredientes que contribuem para a receita do sucesso científico:

  • Criatividade: A capacidade de gerar novas perspetivas, conceitos, questões ou soluções, e a vontade de explorar ideias já existentes sob uma nova luz.
  • Flexibilidade: A coragem para aventurar-se em territórios desconhecidos sem o receio do fracasso, aumentando assim as probabilidades de encontros serendipitosos.

Mas nenhuma descoberta floresce isoladamente. No InPP, o forte espírito de equipa e a cultura de colaboração transcendem os limites departamentais. O caso da descoberta de Maria Miguel é um testemunho desta sinergia, como ela própria reconhece: “Os meus colegas abriram portas para que eu pudesse fazer a minha investigação”.

Para fomentar a inovação, as organizações precisam de cultivar um ambiente que estimule discussões abertas e conecte pessoas de diversas áreas de conhecimento e experiências de vida, sem julgamentos; que encoraje a curiosidade e a recetividade a novas experiências; e que promova uma busca incessante por melhorar o conhecimento científico, o terreno fértil onde a serendipidade pode germinar.

Semear o futuro: O impacto de uma descoberta e o caminho da investigação

Embora Maria Miguel esteja prestes a embarcar numa nova jornada, impulsionada por uma prestigiada bolsa de doutoramento Marie Skłodowska-Curie – um programa que apoia a carreira de investigadores e promove a excelência e a inovação na investigação – o seu legado no InPP já está a florescer. A sua descoberta inovadora está a abrir novas e promissoras portas para futuras investigações na área da proteção de culturas, demonstrando como, por vezes, é no inesperado que reside o potencial para transformar o nosso mundo.

EVENTOS

A primeira Newsletter do projeto +Valorcer já está disponível!

Este projeto começou em abril de 2023, com o objetivo de incentivar a inovação, aumentar a eficiência da gestão e valorizar a produção de cereais em Portugal.

A equipa do projeto, liderado pelo InnovPlantProtect (InPP), tem levado a cabo um programa de capacitação das organizações de produtores de cereais, para que estas possam ajudar os agricultores a aumentarem as produções, e também a criação de um sistema de blockchain, que assegurará cadeias de abastecimento de alimentos confiáveis, transparentes, seguras e de qualidade que transformarão a produção nacional.

Aceda à newsletter para ficar a par de todas as novidades e resultados do ptojeto aqui.

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Boas leituras!

O +Valorcer, liderado pelo InPP, é financiado pelo European NextGenerationEU, através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O laboratório colaborativo (CoLAB) InnovPlantProtect (InPP) esteve presente, pela primeira vez, na 56.ª edição da AGRO – Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação, no stand n.º F88 no Altice Fórum Braga, entre os dias 21 e 24 de março de 2024.

No stand foi possível conhecer melhor a atividade do InPP no âmbito do desenvolvimento de soluções inovadoras de base biológica e digital para a proteção de culturas contra pragas e doenças, incluindo serviços e produtos concretos que o CoLAB já está preparado para oferecer ao setor agrícola e ao mercado.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

Três dos investigadores do InPP, Alexandra Machado, João Colaço e Nuno Faria, e a gestora de comunicação, Inês Ferreira, estiveram no local ao longo dos quatro dias da feira, para demonstrar ao visitante as várias valências do InPP.

O Departamento de Novos Biopesticidas, por exemplo, levou agentes de controlo biológico (BCA, na sigla inglesa) – fungos e bactérias em placas de Petri, nomeadamente o fungo Magnaporthe oryzae, causador da piriculariose do arroz, bem como alguns BCA que inibem o M. oryzae.

Para além disso, a equipa levou ainda várias espécies de algas em pó, com diferentes cores, como azuis, verdes e vermelhas, que têm estado a ser exploradas no âmbito do projeto Vertical Algas, integrado na Agenda Mobilizadora Pacto de Bioeconomia Azul, para perceber qual a capacidade destas para serem biopesticidas contra fungos e bactérias causadores de doença em várias culturas agrícolas importantes para a agricultura nacional e não só.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

O Departamento de Formulações e Desenvolvimento de Processos levou pequenas cápsulas de alginato com corantes, que encapsulam agentes de controlo biológico, para exemplificar o processo de encapsulamento de agentes ativos de biocontrolo no qual o departamento está a trabalhar.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

O Departamento de Gestão de Dados e Análise de Risco falou sobre análise de microbioma e desenvolvimento de modelos de risco, e deram a conhecer algumas das aplicações desenvolvidas pelo InPP.

Em matéria de Proteção de Culturas Específicas, foi possível conhecer melhor os serviços laboratoriais que oferecemos, nomeadamente de identificação e diagnóstico molecular, bem como observar plantas de trigo, de azevém, de trevo-da-pérsia e de tomate, culturas que têm sido utilizadas no subprojeto SP6 do Pacto da Economia Azul para testar a capacidade bioestimulante e bioprotetora de diversas variedades de algas.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

O Departamento de Monitorização e Diagnóstico de Pragas e Doenças expôs os projetos “ABC – AgriBioCircular”, “MoniTREEng” e “Inteligência Artificial aplicada a um sistema de previsão e deteção precoce de Phytophthora cinnamomi em ecossistemas de montado/ dehesa”. Em destaque estiveram também os sistemas de suporte à decisão baseados em SIG, bases de dados espaciais e aplicações Web/ móveis.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

No primeiro dia da 56ª edição da AGRO, o stand do InPP recebeu a visita do Presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, que ficou a conhecer a atividade do CoLAB e os vários projetos em curso. Ainda neste dia, a equipa do InPP recebeu a visita de Palmira Maciel, candidata pelo círculo eleitoral de Braga, à Assembleia da República, que veio acompanhada por Sílvia Sousa, um dos elementos da candidatura do Partido Socialista à Câmara Municipal de Braga nas Eleições Autárquicas de 26 de setembro de 2021, liderada por Hugo Pires.

Créditos das imagens: InnovPlantProtect – Inês Ferreira

Vídeos, fotos e apresentações estiveram sempre disponíveis num televisor, para que o visitante pudesse “entrar” virtualmente na nossa casa, laboratórios, trabalho de campo, eventos e outras iniciativas, além de conversar com a equipa presente para o receber.

O balanço da participação do CoLAB na AGRO Braga foi positivo, tendo sido capaz de atrair diversos visitantes, sejam profissionais do setor, agricultores e estudantes.

O InnovPlantProtect (InPP) testemunhou o dia de apresentação da CropLife Portugal, a nova designação para a Associação Nacional da Indústria para a Proteção das Plantas (ANIPLA), que decorreu no passado dia 20 de março, no Templo dos Poesia, em Oeiras.

Neste evento, a ANIPLA anunciou e deu a conhecer a sua nova imagem e identidade, passando a designar-se CropLife Portugal – Associação da Indústria da Ciência para a Proteção das Plantas. Para além de um novo nome, passa também a alargar o espetro da sua atividade, com uma visão mais completa das novas tecnologias e inovações desenvolvidas pela indústria que permitem um aumento da capacidade de resposta dos profissionais aos desafios cada vez mais exigentes.

Com esta mudança, a CropLife Portugal passa a integrar as áreas do controlo biológico, da biotecnologia, de ferramentas digitais e agricultura de precisão, englobando assim uma gama mais ampla de soluções sustentáveis para proteção das culturas e disponibilizando aos agricultores maior conhecimento sobre as mesmas.

A CropLife Portugal anunciou também o lançamento do seu novo website, que acompanha a nova identidade e imagem e constitui uma plataforma de partilha de conteúdos, notícias e informação relevante para os profissionais do setor e para todos os que querem acompanhar o trabalho da indústria em prol de uma alimentação segura e sustentável.

Saiba mais no website da CropLife Portugal aqui.