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InnovPlantProtect lança novo website no ano em que assinala 7 anos de atividade

O InnovPlantProtect (InPP), Laboratório Colaborativo especializado em soluções biológicas e digitais para a proteção de culturas, alinhadas com os desafios emergentes da agricultura, irá lançar no próximo dia 24 de janeiro o seu novo website institucional, numa data simbólica em que assinala 7 anos de atividade ao serviço do setor agrícola.

Este lançamento integra uma fase de evolução e consolidação institucional do InPP, reforçando a sua estratégia de proximidade ao setor, a clareza na comunicação das suas competências e a afirmação enquanto parceiro estratégico para empresas, produtores, associações e entidades públicas.

Uma plataforma ainda mais clara, atualizada e orientada para o setor

Com uma estrutura renovada e uma experiência de navegação mais intuitiva, o novo website apresenta:

  • uma área de Serviços e Produtos totalmente reorganizada, que facilita o acesso a serviços especializados, capacidades laboratoriais e soluções biológicas e digitais desenvolvidas pelo InPP, bem como a um catálogo atualizado de serviços e biosoluções;
  • conteúdos institucionais mais completos, que reforçam a transparência, o rigor científico e a missão do CoLAB;
  • uma apresentação mais clara das competências científicas e áreas de investigação, evidenciando o impacto do trabalho desenvolvido pelas equipas multidisciplinares do InPP.

Nova imagem, mesma missão — mas reforçada

O lançamento do website é acompanhado pela implementação da nova identidade visual do InnovPlantProtect, que reflete a maturidade alcançada pelo CoLAB e a sua ambição futura.

A nova imagem — acompanhada pelo slogan “Inovar juntos. Proteger melhor.” — traduz o compromisso contínuo do InPP em:

  • Desenvolver de soluções biológicas e digitais de nova geração;
  • Impulsionar uma agricultura mais segura, inovadora e produtiva;
  • Reforçar a colaboração e parceria com o setor agrícola e o ecossistema de inovação.

Uma nova fase para o InPP

A renovação digital e visual integra-se numa estratégia mais ampla de maturidade e consolidação, através da qual o InPP pretende reforçar o seu papel como parceiro científico e tecnológico para o setor agrícola na investigação aplicada e no desenvolvimento de soluções para a proteção de culturas.

Segundo António Saraiva, diretor executivo do InPP: “Este novo website não é apenas uma renovação digital — é um reflexo da ambição que temos para o nosso futuro e de como queremos comunicar com o setor. Queremos que cada visitante perceba o propósito que nos move: criar soluções inovadoras que protegem as culturas, impulsionam a produtividade e contribuem para sistemas agrícolas mais sustentáveis. O InPP está a entrar numa nova fase, com uma identidade mais clara, acessível e alinhada com as necessidades reais da agricultura e um compromisso renovado com o impacto real no terreno.”

Disponível a partir de 24 de janeiro

O novo website do InnovPlantProtect ficará disponível a partir de 24 de janeiro em: https://iplantprotect.pt/

2026 começa com novidades no InnovPlantProtect

O início de um novo ano marca também um novo ciclo para o InnovPlantProtect. Em 2026, o InPP entra numa fase de evolução e consolidação, com várias novidades que reforçam o seu posicionamento enquanto parceiro estratégico para a transformação inteligente da agricultura.

Ao longo dos próximos meses, serão apresentadas iniciativas, conteúdos e ferramentas que refletem o trabalho desenvolvido pelas nossas equipas nas áreas da investigação aplicada, soluções biológicas, serviços especializados e inovação digital.

O primeiro passo desta nova fase será apresentado no próximo dia 24 de janeiro, data em que o InnovPlantProtect assinala 7 anos de atividade ao serviço do setor agrícola.

Até lá, continuamos a preparar um conjunto de novidades que traduzem a nossa missão de impulsionar uma agricultura mais segura, inovadora e produtiva.

Fique atento. O que aí vem é apenas o começo.

Sustentabilidade que Gera Valor: O InPP debate o papel do ESG no futuro do setor hortofrutícola

O InnovPlantProtect (InPP) marcou presença na conferência “Construir valor em conjunto”, organizada pelo nosso associado FNOP – Associação Nacional das Organizações de Produtores de Frutas e Hortícolas.

O diretor executivo do InPP, António Saraiva, moderou o painel “Sustentabilidade que gera valor: O papel do ESG no futuro do setor”, que contou com as intervenções de Catarina Pinto Correia (VdA), Cristina Câmara (APED), Filipa Saldanha (Crédito Agrícola), Joana Oom de Sousa (Sovena) e Rui Veríssimo Baptista (Companhia das Lezírias).

A sessão de abertura esteve a cargo de Domingos dos Santos, presidente da FNOP e membro do Conselho de Administração do CoLAB.

O encontro reuniu organizações de produtores, agricultores, empresas, especialistas e decisores políticos para discutir os desafios atuais e perspetivar o futuro do setor hortofrutícola nacional.

Com a participação de especialistas nacionais e internacionais, a conferência foi um espaço privilegiado de partilha de experiências e reflexão estratégica, com enfoque na organização da produção e no papel das políticas públicas na promoção de um crescimento sustentável.

Parabéns à FNOP pela iniciativa e pela capacidade de reunir um painel de oradores de excelência, tornando esta conferência um marco relevante e atual para o setor.

Créditos das imagens: Revista Voz do Campo

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EVENTOS

Projeto ValorCannBio em destaque no Público

“Ao desenvolver biopesticidas de base biológica de subprodutos provenientes da indústria [da produção de canábis] em franca expansão a nível nacional, e nomeadamente no Alentejo, o projeto ValorCannBio contribuirá para as metas estabelecidas pela Comissão Europeia na Estratégia do Prado ao Prato e da Biodiversidade, da redução de 50% do uso de pesticidas de síntese química até 2030”, realçou Cristina Azevedo, diretora do Departamento de Novos Biopesticidas do InnovPlantProtect (InPP), ao Jornal Público.

O projeto “ValorCannBio- Valorização de subprodutos da canábis medicinal como biopesticida para o olival”, liderado pelo InPP e apresentado no passado dia 25 de setembro para assinalar o Dia Nacional da Sustentabilidade, está hoje em destaque no Público, num artigo intitulado “Cientistas em Portugal querem usar resíduos de cannabis para fazer pesticidas ecológicos”.

O ValorCannBio é um dos projetos vencedores da 6.ª edição do Programa Promove da Fundação “la Caixa” e visa transformar resíduos da produção de canábis medicinal em pesticidas biológicos, sustentáveis e capazes de controlar as principais doenças das oliveiras.

A iniciativa conta ainda com a parceria do Laboratório Associado para a Química Verde (LAQV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa NOVA FCT e das empresas GreenBePharma e AGR by De Prado.

Saiba mais no artigo em destaque no Público, disponível aqui.

InPP lidera consórcio para desenvolver biopesticidas sustentáveis provenientes de extratos de canábis

No Dia Nacional da Sustentabilidade é anunciado o projeto “ValorCannBio- Valorização de subprodutos da canábis medicinal como biopesticida para o olival”, liderado pelo InnovPlantProtect (InPP) em parceria com o Laboratório Associado para a Química Verde (LAQV) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa |
NOVA FCT e as empresas GreenBePharma (GBP) – produção de canábis medicinal e AGR Global – cultivo e produção de olival (Grupo De Prado), um dos vencedores da 6.ª edição do Programa Promove da Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI e Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), na categoria de projetos-piloto inovadores. O projeto permitirá explorar os subprodutos da produção de canábis medicinal como biopesticidas sustentáveis e eficazes para controlar as principais doenças do olival.

O InPP assinala o Dia Nacional da Sustentabilidade com a apresentação pública do projeto ValorCannBio que procura contribuir para a Sustentabilidade através do desenvolvimento de biopesticidas sustentáveis para controlar duas das mais importantes doenças do olival, uma cultura de extrema importância económica e social no Alentejo: a Gafa e a Tuberculose. A Gafa é considerada prioritária, por causar perdas de produção que podem atingir os 100 por cento a que correspondem mais de 50 milhões de euros, a redução da qualidade do azeite e estar a levar ao desaparecimento do património genético das variedades de olival tradicional como a galega, altamente suscetível à doença. A tuberculose, é uma doença do olival que se espalha pela quase totalidade dos olivais e que reduz a qualidade do azeite.

Para contribuir para o controlo das duas doenças que afetam o olival, a equipa de investigadores envolvida no projeto desenvolverá um biopesticida a partir de folhas da planta de canábis, consideradas excedentes do processo de produção de canábis medicinal em Portugal, que legalmente têm de ser destruídas. Este processo vai permitir atender às necessidades dos olivicultores, mas também abrir uma nova cadeia de valor associada à utilização de um subproduto da indústria da produção desta planta com fins medicinais.

“As soluções existentes no mercado para combater a Gafa e a Tuberculose não são eficazes e recaem em grupos dos pesticidas de síntese química, com impactos negativos no meio ambiente, e que estão a ser descontinuados, pelo que é premente encontrar alternativas. Por outro lado, as empresas de canábis podem vir a escoar os excedentes da biomassa para uma futura indústria produtora de biopesticidas, evitando os altos custos de destruição e apostando numa economia circular. Este projeto visa a integração dos conceitos de agricultura sustentável, aliados à química verde, para obtenção de produtos mais amigos do ambiente”, explica Ana Rita Duarte, investigadora do LAQV da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa |NOVA FCT.

Já para Cristina Azevedo, diretora do departamento de Novos Biopesticidas do laboratório colaborativo InPP, sediado em Elvas, “ao desenvolver biopesticidas de base biológica de subprodutos provenientes da uma indústria em franca expansão a nível nacional, e nomeadamente no Alentejo, o ValorCannBio contribuirá para as metas estabelecidas pela Comissão Europeia na Estratégia do Prado ao Prato e da Biodiversidade, da redução de 50 por cento do uso de pesticidas de síntese química até 2050”.

A diretora de departamento do InPP assegura ainda que “todos os impactos do ValorCannBio serão inicialmente sentidos no concelho de Elvas onde o projeto se vai desenvolver. No entanto, é expectável que estes se alarguem a toda a região de produção do olival, de Trás-os-Montes ao Algarve, onde as quebras de produção devido à Gafa e à Tuberculose estão em crescendo”.

O projeto que é hoje apresentado, é atribuído a uma equipa já distinguida por vários projetos nacionais e internacionais.

O programa Promove pretende que as entidades utilizem os seus apoios, concedidos a fundo perdido, para passar da teoria à prática: perceber a viabilidade dos conceitos científicos em desenvolvimento, assim como explorar oportunidades de negócio ou preparar pedidos de patente. Neste caso em concreto, a equipa pretende avaliar junto do mercado qual o potencial comercial desta nova solução.

Para mais informações sobre o ValorCannBio aceda à webpage do projeto aqui.

InnovPlantProtect promove as “Plant Biotech talks”

O InnovPlantProtect (InPP) promove as “Plant Biotech talks”, nas quais estarão presentes especialistas de renome internacional nas áreas da Biotecnologia Vegetal aplicada e da Biotecnologia da cultura de cereais que partilharão a evolução destas áreas, bem como as novas técnicas genómicas que têm sido aplicadas à produção e proteção da cultura do arroz. O evento ocorrerá já na próxima terça-feira, dia 24 de setembro, no auditório do INIAV, em Elvas.

As “Plant Biotech talks” arrancam pelas 10h00 com a sessão intitulada “Plant biotechnology, 1980-2024. From Round-up Ready soy to Genome Editing and beyond” que terá como orador Paul Christou, Professor e diretor do Laboratório de Biotecnologia Vegetal Aplicada na Instituição Catalã de Pesquisa e Estudos Avançados (ICREA) da Universidade de Lleida, na Catalunha, em Espanha, que revelará o percurso e evolução da área da Biotecnologia de Plantas. O ponto de partida será a primeira cultura comercial vendida pela Empresa Multinacional Monsanto, a Roundup Ready Soybean, desenvolvida pelo investigador através de tecnologia de transformação genética.

A segunda sessão intitulada “Communicating science through art and archaeology” terá lugar pelas 11h00 com a oradora Teresa Capell, Professora e diretora no Departamento de Produção Vegetal e Ciências Florestais na ICREA, que explorará como a ciência pode ser comunicada através da arte, uma vez que a junção de arte e ciência pode ser benéfica, não só para a ciência em si como para toda a sociedade. Esta prática tem-se tornado uma das favoritas para a transmissão de ciência ao público.

Xin Huang, investigadora no Departamento de Agricultura e Engenharia Florestal na ICREA, será a oradora da terceira sessão intitulada “Knocking our rice blast susceptibility genes through Genome Editing”, que decorrerá a partir das 12h00. Nesta sessão a oradora convidada falará sobre os genes responsáveis pela suscetibilidade das plantas a pragas e agentes patogénicos, em particular, ao fungo Magnaporthe oryzae, que causa uma importante doença que afeta a planta do arroz, a piriculariose. As tecnologias de edição genómica que permitem, de uma forma muito especifica e controlada, alterar genes na planta, tornando-a mais tolerante aos agentes patogénicos serão outros tópicos abordados nesta sessão.

A participação no evento é gratuita, e não está sujeita a inscrição.