O InPP participou na reunião de arranque do projeto europeu PROSPER, realizada nos dias 2 e 3 de outubro, em Pavia, Itália. Estiveram presentes a diretora do Departamento de Monitorização e Diagnóstico, Ilaria Marengo, e o gestor de projeto, Bruno Orrico.
O principal objetivo do PROSPER é transformar a agricultura europeia, valorizando leguminosas “órfãs” altamente resilientes — culturas esquecidas, mas cheias de potencial para enfrentar os desafios climáticos e alimentares do futuro.
O projeto promove práticas sustentáveis, inovadoras e adaptadas a diferentes realidades agrícolas.
Durante os dois dias, 27 parceiros de 13 países reuniram-se para apresentações, discussões profundas e conversas estratégicas sobre os próximos passos do projeto.
Estamos entusiasmados com o que vem a seguir, certos de que esta jornada será mais do que uma colaboração — será uma verdadeira cooperação dentro de uma equipa excecional.
Junte-se a nós e fique a par de todas as novidades do Projeto PROSPER!
O InnovPlantProtect (InPP) marcou presença na reunião de lançamento do projeto BioLivingLABS – Bioeconomia ao Serviço da Sustentabilidade dos Territórios do Interior, que teve lugar no dia 1 de outubro, na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).
Financiado pelo COMPETE 2023, o projeto BioLivingLABS, liderado pelo MORE CoLAB – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação, conta com a parceria do InPP, do IPCB, do AQUAVALOR e do Instituto Politécnico de Bragança (IPB).
Este projeto tem como missão valorizar os territórios de baixa densidade do Norte, Centro e Sul do país, demonstrando e potenciando economicamente o trabalho desenvolvido pelos parceiros — através da criação, demonstração e aplicação de produtos, processos e serviços resultantes da investigação conjunta.
Serão criados quatro laboratórios vivos (Living Labs) nos polos de inovação de Mirandela, Douro, Covilhã e Elvas, que pretendem promover:
a transferência de conhecimento;
a demonstração tecnológica;
o roadmapping estratégico e
a proteção da propriedade intelectual.
O BioLivingLABS reforça a ligação entre academia, empresas e sociedade, impulsionando a inovação e a sustentabilidade.
Impacto esperado: Ao longo de 24 meses, e com os Living Labs dedicados a setores como olival e azeite, vinha e vinho, frutas e cereais, leguminosas, entre outros, o projeto contribuirá para:
aumentar a competitividade regional;
promover práticas sustentáveis e
responder aos desafios ambientais, sociais e económicos dos territórios do interior.
Mais novidades acerca deste novo projeto em breve.
No dia 25 de setembro, o InnovPlantProtect (InPP) marcou presença na Exposição Nacional dos Projetos do Pacto da Bioeconomia Azul, que decorreu no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, para a sessão expositiva do projeto Algae Vertical, liderado pela PhytoBloom by Necton.
O InPP, líder do subprojecto 6 – Agricultura, foi representado pela diretora de departamento, Cristina Azevedo, e pelo diretor executivo, António Saraiva, que deram a conhecer algumas das novas biossoluções à base de algas que a nossa equipa e os parceiros estão a desenvolver.
Foram mais de 300 participantes e 80 entidades entre empresas, centros de investigação e decisores políticos. A Conferência de Abertura contou com a presença do Presidente do Conselho Geral e de Supervisão da Inovamar, José Soares dos Santos, e mesas redondas sobre o futuro da economia azul em Portugal.
O Algae Vertical explora o potencial biotecnológico das algas em setores tão diversos como a alimentação, cosmética, farmacêutica, agricultura e energia.
“A Indústria desta área [da proteção das culturas] precisa de se reinventar, de alguma maneira, de desenvolver um novo conjunto de produtos que estejam mais adequados com as estratégias europeias e internacionais, em que têm de ser mais sustenteáveis, mais amigos do ambiente, de serem mais específicos para a praga ou doença em que estão a atuar, menos tóxicos e menos agressivos”, alerta Pedro Fevereiro, diretor executivo do InnovPlantProtect (InPP).
Na revista Mais Alentejo, uma reportagem exclusiva intitulada “Para os braços da investigação”, realizada pelo jornalista Gonçalo Guedes, ao diretor executivo do InPP, dá a conhecer o laboratório colaborativo (CoLAB), os pedidos provisórios de patentes submetidos pelo CoLAB contra as doenças da piriculariose do arroz e do fogo bacteriano em pereiras e macieiras, bem como o modelo de financiamento disponível que tem permitido desenvolver as novas soluções fitofarmacêuticas, sem esquecer a equipa de 45 “mentes brilhantes”, das mais diversas zonas do mundo, que torna tudo isto possível.
Leia a reportagem na íntegra na edição de agosto da Revista Mais Alentejo, disponível a partir de hoje nas bancas espalhadas por todo o país.
Capa da edição de agosto da Revista Mais Alentejo, disponível a partir de hoje nas bancas espalhadas por todo o país (à esquerda). Primeira página da reportagem “Para os braços da investigação” presente nesta edição da Revista Mais Alentejo (à direita).
O projeto +Valorcer – Valorizar a organização da produção de cereais em Portugal, iniciou em abril de 2023, é liderado pelo InnovPlantProtect (InPP) e financiado pelo programa Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e ambiciona impulsionar as Organizações de Produtores de cereais, trazendo novas perspetivas, tecnologias avançadas e métodos modernos de otimização e de gestão de processos.
O projeto +Valorcer tem como parceiros a Associação Nacional dos Produtores de Milho e Sorgo (ANPROMIS), Associação Nacional de Produtores de Cereais (ANPOC), Universidade NOVA de Lisboa e CONSULAI, e conta com a participação de mais de 17 organizações de produtores do setor dos cereais, incluído o arroz, que representam cerca de 90% da produção nacional comercializada. O projeto envolve ainda mais de 12.500 agricultores distribuídos pelo país.
Em Portugal, existem inúmeras Organizações com sistemas de qualidade implementados, no entanto, há ainda muito a fazer na área da digitalização dos processos, na vertente comercial e na valorização do produto final junto da indústria e do consumidor final.
Assim, o projeto +Valorcer tem como principal objetivo incentivar a inovação, aumentar a eficiência da gestão e valorizar a produção nacional de cereais, através de um programa de capacitação avançada nas áreas dos recursos humanos e na criação de um sistema de blockchain.
Neste sentido, em julho de 2023, terminou a 1ª fase do projecto que consistiu numa visita técnica por parte das entidades dinamizadoras do projeto, a todas as Organizações de Produtores envolvidas no projeto, para diagnóstico das necessidades e interesses de cada uma delas, tanto do ponto de vista da implementação dos seus processos de gestão, como também das necessidades de capacitação, através de uma metodologia de design thinking.
No final deste projecto teremos certamente uma fileira cerealífera muito mais competitiva e capaz de ir ao encontro dos crescentes desafios que lhe são colocados, tanto do ponto de vista ambiental, como económico, traduzindo assim a forte dinâmica e capacidade mobilizadora que a caracteriza.
No passado dia 11 de julho, terça-feira, o InnovPlantProtect (InPP) recebeu 50 alunos de todo o país, na faixa etária dos 16 aos 18 anos, no âmbito da iniciativa Portalegre Green Academy.
A iniciativa organizada pelo Instituto Politécnico de Portalegre e pelo Fórum Estudante, tem como objetivo principal envolver os alunos do ensino secundário nas questões ambientais através da transmissão de conhecimentos sobre sustentabilidade e emergência climática.
No InPP, os alunos ficaram a conhecer o laboratório colaborativo por dentro, assistiram a breves apresentações realizadas pelos investigadores do InPP e visitaram os laboratórios. Os visitantes tiveram ainda a oportunidade de estar à conversa com os investigadores, que responderam a todas as perguntas e curiosidades, e poderam descobriram a ciência, tecnologia e inovação que têm sido desenvolvidas por terras elvenses.
Já no auditório do INIAV, os alunos puderam participar num quiz que pretendeu dar a conhecer o que são pragas e doenças, quais as estratégias que podemos utilizar para geri-las e os vários impactos das pragas e doenças para a agricultura e para a sociedade.
Na terceira edição deste evento, que decorreu de 10 a 14 de julho, os alunos passaram cinco dias ligados à natureza a adquirir conhecimentos através de atividades práticas e a adotar comportamentos que podem fazer a diferença no futuro.
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