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iCountPests: nova app para monitorização automática de pragas já disponível

Já está disponível a iCountPests, uma nova aplicação desenvolvida pelo InnovPlantProtect para apoiar a monitorização de pragas agrícolas através da análise automática de imagens captadas em campo.

A app utiliza inteligência artificial para contabilizar automaticamente pragas presentes em armadilhas adesivas, permitindo obter resultados rápidos e fiáveis diretamente no telemóvel.

Pensada para produtores e técnicos agrícolas, a iCountPests contribui para uma monitorização mais eficiente e precisa, reduzindo o tempo associado às contagens manuais e apoiando a tomada de decisão na proteção das culturas.

O funcionamento é simples:

  1. Captar uma imagem da armadilha
  2. Analisar automaticamente
  3. Consultar resultados organizados e acessíveis

A app permite ainda acompanhar a evolução das pragas ao longo do tempo, facilitando a gestão e o registo da informação no terreno.

Saiba mais sobre a iCountPests aqui.

Brevemente disponível: nova app iCountPests vai transformar a monitorização de pragas

A monitorização de pragas é uma tarefa essencial na gestão agrícola, mas continua a depender, em muitos casos, de processos manuais demorados e sujeitos a erro.

A pensar nesta realidade, o InnovPlantProtect irá lançar brevemente a iCountPests, uma aplicação inovadora que utiliza inteligência artificial para automatizar a contagem de pragas a partir de imagens captadas no campo.

Com a iCountPests, será possível obter resultados rápidos e fiáveis, contribuindo para uma tomada de decisão mais informada e eficiente na proteção das culturas.

A aplicação estará brevemente disponível, sendo direcionada a produtores agrícolas e técnicos que procuram otimizar o tempo dedicado à monitorização e melhorar a precisão dos dados recolhidos.

Saiba mais sobre a iCountPests aqui.

Nova tecnologia biológica desenvolvida pelo InPP e pela Fertiprado promete reforçar sustentabilidade das pastagens

Uma nova tecnologia de revestimento biológico de sementes desenvolvida pelo InnovPlantProtect (InPP), em colaboração com a Fertiprado, poderá vir a transformar o desempenho de pastagens e forragens, contribuindo para sistemas agrícolas mais eficientes e sustentáveis.

Baseada em compostos derivados de algas, esta solução inovadora apresenta efeito bioestimulante e foi concebida para atuar desde as fases iniciais do desenvolvimento das plantas. Os ensaios realizados demonstraram resultados promissores ao nível da estimulação da nodulação em leguminosas, do crescimento vegetativo e da resistência das plantas a condições adversas, com impacto positivo no valor nutricional do pasto.

Este desenvolvimento resulta de um percurso de investigação conjunta que decorreu ao longo de cinco anos, refletindo o compromisso contínuo do InPP em transformar conhecimento científico em soluções com aplicação prática no setor agrícola. A tecnologia encontra-se atualmente em processo de patenteamento e representa um marco relevante no pipeline de inovação do laboratório.

Para a Fertiprado, parceiro estratégico neste projeto, esta tecnologia constitui uma alternativa aos revestimentos tradicionais baseados em compostos sintéticos, reforçando a aposta em soluções mais sustentáveis e alinhadas com as necessidades futuras da agricultura.

O desenvolvimento desta solução insere-se na Agenda Mobilizadora Pacto da Bioeconomia Azul, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), iniciativa que promove a valorização de recursos marinhos através da criação de novos produtos e tecnologias. Como parte do processo de valorização da tecnologia, foi assinado um memorando de entendimento com vista à sua futura exploração comercial.

Num contexto em que a procura por biosoluções agrícolas continua a crescer, iniciativas colaborativas como esta demonstram o papel fundamental da investigação aplicada na resposta aos desafios da sustentabilidade e da produtividade agrícola.

Investigação com impacto no setor agrícola

O trabalho desenvolvido pelo InPP evidencia o valor da colaboração entre ciência e indústria, permitindo acelerar processos de inovação e criar soluções ajustadas às necessidades reais do setor agrícola.

A parceria com empresas constitui um dos pilares estratégicos do InPP, promovendo a transferência de conhecimento científico e o desenvolvimento de tecnologias que contribuem para sistemas agrícolas mais resilientes e sustentáveis.

EVENTOS

InPP está a contratar investigador/a

O InnovPlantProtect está a contratar um/a investigador/a para o seu Departamento 1 – Novos Biopesticidas.

Consulte os requisitos aqui ou aqui.

InnovPlantProtect revela agenda de atividades no Encontro Ciência2020

Professor Pedro Fevereiro, CEO do InnovPlantProtect

O InnovPlantProtect esteve presente no Encontro Ciência 2020, que decorreu nos dias 3 e 4 de novembro no Centro de Congressos de Lisboa em formato híbrido (presencial e online). Pedro Fevereiro, CEO do InPP, falou da atividade deste Laboratório Colaborativo em Elvas e dos seus objetivos para a proteção das culturas mediterrânicas de pragas e doenças.

Depois de, no primeiro dia do Encontro Ciência2020, terem sido apresentados 18 dos 26 Laboratórios Colaborativos (CoLAB) reconhecidos em Portugal, o evento seguiu ontem com a apresentação de mais oito CoLAB, entre os quais o InnovPlantProtect (InPP).

Na sessão dedicada à Biodiversidade e Floresta e ao Agroalimentar (sessão 3), moderada pela ANI-Agência Nacional de Inovação, o CEO do InPP, Pedro Fevereiro, fez uma curta apresentação de sete minutos em que falou da importância da atividade do InPP no contexto atual de grandes desafios para a produção de alimentos.

Este Laboratório Colaborativo sedeado em Elvas está a tentar desenvolver soluções biológicas inovadoras para proteger as culturas agrícolas dos efeitos de pragas e doenças emergentes para as quais não existe soluções no mercado. Estas pragas e doenças,  devido ao aumento da temperatura media global, estão a deslocar-se e a instalar-se em territórios onde antes não existiam, inclusive em Portugal.

Se a situação atual é grave – “perde-se anualmente cerca de 40% da produção mundial de culturas agrícolas para pragas e doenças”, como referiu Pedro Fevereiro –, imagine-se como será quando a temperatura média global aumentar os tão temidos 2 graus celsius. “As alterações climáticas estão a aumentar o risco de emergência de novas pragas e doenças e a expandir as áreas afetadas. Este problema somado à decisão da CE de descontinuar as moléculas ativas tradicionais [agro-químicos de síntese] na Europa impõe a necessidade de desenvolver soluções alternativas”, alertou o investigador que lidera o InnovPlantProtect, sublinhando que esse é justamente o foco da atividade do CoLAB que lidera.

Mapa da NASA mostra variação da temperatura global em 2019

Nesse sentido, sustentabilidade é o conceito que melhor carateriza os produtos que o InPP está a desenvolver. “As novas soluções para proteção de culturas mediterrânicas devem ser mais sustentáveis. Para além de novos biopesticidas baseados em oligopeptídos e em pequenos RNAs, e formulados com micro ou nanopartículas biocompatíveis, o InPP desenvolverá novas variedades de plantas através da edição de genomas e da seleção molecular assistida por marcadores moleculares”, explicou.

Relativamente às culturas mais interessantes para aplicação dessas soluções, Pedro Fevereiro adiantou uma lista de frutos e cereais cuja produção tem um grande peso para a economia nacional: oliveira, pera, uva, cereja, amora, framboesa, morango, citrinos, tomate, amêndoa, milho, trigo, cevada, aveia e arroz.

Para além de produtos, o InPP vai também prestar serviços de identificação e diagnóstico molecular de pragas e doenças, e também a “caracterização de matrizes utilizando a análise de espetros de infra-vermelhos assistida pela Transformada de Fourier (FTIR), a certificação molecular de variedades vegetais, a monitorização e diagnóstico de pragas e doenças, a criação de modelos de disseminação de pragas e doenças agrícolas, de modelos de previsão com base em dados de deteção remota e de modelos de risco para pragas e doenças emergentes.

Estenfiliose na pera Rocha Créditos da imagem: Voz do Campo

Pedro Fevereiro concluiu a sua apresentação no Encontro Ciência2020 com uma síntese da agenda do InPP para os próximos meses. Neste sentido, revelou que o InnovPlantProtect, o único em Portugal a trabalhar nesta área de inovação, pretende desenvolver um biopesticida para controlar a Xylella fastidiosa, uma estratégia molecular para controlar a estenfiliose na pera Rocha, ferramentas baseadas em sistemas de informação geográfica para auxiliar a tomada de decisão pública e privada no controlo de pragas e doenças, um sistema de deteção precoce baseado em Inteligência Artificial para a deteção precoce do declínio do montado produzido pela Phytophthora, e, finalmente, identificar alelos de trigo para pão resistentes à nova raça “Warrior” da ferrugem amarela e mobilizá-los para as variedades desejadas.

InPP presente no Encontro Ciência 2020

O  InnovPlantProtect vai estar presente hoje no Encontro Ciência 2020, que está decorrer no Centro de Congressos de Lisboa em formato híbrido (presencial e online). Pedro Fevereiro, CEO do InPP, falará da atividade deste Laboratório Colaborativo e dos seus objetivos na proteção das culturas agrícolas de pragas e doenças.

Depois de ontem terem sido apresentados em duas sessões 18 dos 26 Laboratórios Colaborativos (CoLAB) reconhecidos em Portugal, o Encontro Ciência 2020 segue hoje com a apresentação de mais oito CoLAB, entre os quais o InnovPlantProtect, uma associação privada sem fins lucrativos sedeada em Elvas e que está a tentar desenvolver soluções biológicas inovadoras para proteção das culturas.

Na sessão de hoje, dedicada à Biodiversidade e Floresta e ao Agroalimentar (sessão 3), o CEO do InPP, Pedro Fevereiro, fará uma apresentação de sete minutos em que falará da importância da atividade do InPP, dos produtos e serviços que a sua equipa de investigadores está a tentar desenvolver para proteger as culturas agrícolas de fatores bióticos e abióticos, entre os quais as alterações climáticas e novas pragas e doenças emergentes que, devido ao aumento da temperatura media global, estão a deslocar-se e a instalar-se em regiões onde antes não existiam.

A sessão 3, moderada pela Agência Nacional de Inovação, decorrerá entre as 11H30 e as 12H30.

Assista à sessão 3 em direto . O registo para assistir a outras sessões pode ser feito no site do Encontro Ciência 2020.