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Sessão Tree Talkers reúne produtores e técnicos para conhecer tecnologia de monitorização florestal

No passado dia 17 de junho, a Herdade de Rui Vaz, em Avis, recebeu a sessão prática “Tree Talkers: Sensores IoT que permitem compreender a fisiologia das árvores”, uma iniciativa promovida pelo InnovPlantProtect, no âmbito do projeto BioLivingLABs.

A ação reuniu produtores, académicos, técnicos e representantes de diferentes entidades interessados em conhecer uma tecnologia inovadora de monitorização florestal capaz de recolher e transmitir, em tempo real, informação detalhada sobre o estado fisiológico das árvores e as condições ambientais envolventes.

A sessão teve início com um conjunto de apresentações técnicas dedicadas à gestão sustentável do montado e da floresta mediterrânica, ao funcionamento dos sensores Tree Talkers e à interpretação dos dados recolhidos pela tecnologia.

Seguiu-se uma demonstração prática em campo, durante a qual os participantes puderam observar os sensores instalados numa área florestal, compreender os parâmetros monitorizados e visualizar exemplos de resultados obtidos em condições reais.

Os Tree Talkers permitem monitorizar indicadores como o crescimento das árvores, o fluxo de seiva, a disponibilidade hídrica e outras variáveis ambientais relevantes, contribuindo para uma melhor compreensão da resposta das árvores a diferentes fatores de stress e apoiando uma gestão florestal mais informada e sustentável.

A sessão ficou ainda marcada pela participação ativa dos presentes, que colocaram diversas questões sobre as potencialidades da tecnologia e as suas aplicações em contexto florestal.

O InnovPlantProtect agradece a todos os participantes pela sua presença e interesse, bem como à Herdade de Rui Vaz pela disponibilidade para acolher a iniciativa.

Sobre o projeto BioLivingLABs

A ação foi realizada no âmbito do projeto BioLivingLABS: Bioeconomy at the service of the sustainability of inland territories, cofinanciado pelo COMPETE 2030, que visa aproximar a ciência das empresas e dos produtores, transformando os resultados da investigação em soluções práticas e sustentáveis que tragam valor económico e ambiental aos territórios de baixa densidade das regiões Norte, Centro e Alentejo.

O consórcio integra cinco instituições de investigação e inovação – o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação (MORE), o Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect e o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (AquaValor).

Demonstração da iCountPests reúne produtores e técnicos agrícolas em Estremoz

O InnovPlantProtect realizou, no passado dia 2 de junho, a ação “iCountPests em Campo: demonstração prática da app de monitorização de pragas agrícolas”, que decorreu na Herdade das Servas, em Estremoz.

A iniciativa contou com a participação de 23 produtores, técnicos agrícolas e outros profissionais do setor interessados em conhecer o potencial da tecnologia digital e da inteligência artificial aplicada à monitorização de pragas. Ao longo da manhã, os participantes tiveram oportunidade de assistir à apresentação da iCountPests e de acompanhar uma demonstração prática da aplicação em contexto real.

A demonstração prática permitiu mostrar o funcionamento da aplicação em contexto real, desde a captura das imagens até à obtenção dos resultados, evidenciando o potencial da tecnologia para simplificar processos de monitorização, reduzir o tempo dedicado às contagens manuais e apoiar a tomada de decisão no campo.

O momento de demonstração em vinha proporcionou ainda uma oportunidade de interação entre os participantes e a equipa de desenvolvimento, promovendo a troca de experiências e a discussão sobre os desafios atuais da monitorização de pragas e da digitalização da agricultura.

O que disseram os participantes

“A app é simples de utilizar e permite poupar tempo na monitorização.”, destacou Nuno Chegadinho, ATEVA – Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo. Uma das funcionalidades da app que Nuno considera mais interessante é “conseguir manter um histórico das observações e acompanhar a evolução das populações ao longo do tempo.”

“É uma ferramenta com potencial para apoiar o trabalho diário dos técnicos no terreno.”, sublinhou Ricardo X, Herdade das Servas.

O InnovPlantProtect agradece a todos os participantes pela presença e interesse demonstrado nesta iniciativa.

Agradecemos igualmente à ATEVA – Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo, pelo apoio na divulgação da ação junto dos seus associados e da comunidade vitivinícola, e à Herdade das Servas, pela disponibilidade e colaboração na realização da demonstração em contexto real.

A ação foi realizada no âmbito do projeto BioLivingLABS: Bioeconomy at the service of the sustainability of inland territories, cofinanciado pelo COMPETE 2030, que visa aproximar a ciência das empresas e dos produtores, transformando os resultados da investigação em soluções práticas e sustentáveis que tragam valor económico e ambiental aos territórios de baixa densidade das regiões Norte, Centro e Alentejo.

O consórcio integra cinco instituições de investigação e inovação – o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação (MORE), o Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect e o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (AquaValor).

Saiba mais sobre a iCountPests here.

Tree Talkers: sensores IoT que permitem compreender a fisiologia das árvores

Como podemos compreender melhor o estado de saúde das árvores e antecipar situações de stress hídrico ou ambiental?

No próximo dia 17 de junho, o InnovPlantProtect promove a sessão prática “Tree Talkers: Sensores IoT que permitem compreender a fisiologia das árvores”, uma iniciativa que permitirá conhecer uma tecnologia inovadora para monitorização florestal em tempo real.

Os Tree Talkers são um sistema avançado de sensores IoT capaz de recolher continuamente diversos dados sobre a fisiologia das árvores, como crescimento radial, velocidade do fluxo da seiva, densidade da copa, estabilidade das árvores, bem como informação sobre as condições ambientais envolventes.

Esta tecnologia permite acompanhar o estado de saúde das árvores e compreender melhor o funcionamento dos ecossistemas florestais, apoiando uma gestão mais informada e sustentável.

Durante a sessão, os participantes terão oportunidade de

  • Conhecer a tecnologia TreeTalkers e as suas aplicações;
  • Visualizar exemplos de resultados obtidos através da monitorização contínua das árvores;
  • Compreender como os dados recolhidos podem apoiar a gestão florestal;
  • Assistir a uma demonstração prática em campo, numa floresta de sobreiros.

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Receção dos participantes| 09H30

Presentations | 10H00

Conter a desertificação com a gestão e conservação do montado e da floresta mediterrânica caducifólia

TreeTalker Cyber: o sensor IoT que ouve as mudanças nas árvores

No interior da árvore. Compreender o stress através dos dados

O que as árvores nos dizem: dos dados à informação

Beberete e momento de networking | 11H30

Demonstração em campo | 11H45

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia. Para se inscrever basta preencher o formulário disponível here.

Marque na sua agenda e junte-se a nós! Teremos todo o gosto em recebê-lo/a!

📅 Data: 17 de junho de 2026
🕙 Hora: 10h00
📍 Local: Herdade de Rui Vaz, Avis

Esta ação realiza-se no âmbito do projeto BioLivingLABS: Bioeconomy at the service of the sustainability of inland territories, cofinanciado pelo COMPETE 2030, que visa aproximar a ciência das empresas e dos produtores, transformando os resultados da investigação em soluções práticas e sustentáveis que tragam valor económico e ambiental aos territórios de baixa densidade das regiões Norte, Centro e Alentejo.

O consórcio integra cinco instituições de investigação e inovação – o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), the Polytechnic Institute of Castelo Branco (IPCB), o Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação (MORE CoLAB), o InnovPlantProtect e o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (AquaValor).

EVENTS

InPP participates in the International Horticulture Congress

Sandra Correia, director of the department, took part in the International Horticultural Congress, the world's largest scientific forum for horticultural sciences.

The 31st edition of the International Horticultural Congress (IHC 2022), organized by the International Society of Horticultural Sciences (International Society for Horticultural Science - ISHS), took place between September 14 and 20 in Angers, France.

The InPP was represented by the director of the Specific Crops Protection department, Sandra Correia, who was an organizer at the Symposium 4 entitled “In vitro technology and micropropagated plants”, The event took place on August 15th and 16th.

Sandra Correia, as well as Stefaan Werbrouck (right), the other organizer of Symposium 4, receive an award for their work in organizing the symposia, recognized by the International Society of Horticultural Sciences.

The Congress brings together international scientists, academics, students and industry to present and discuss the latest and most relevant advances in the scientific field of Plant Biotechnology, share experiences and knowledge and network.

Find out more at event page.

InnovPlantProtect on RTP 1“s ”Portugal em Direto" program

On August 3, 2022, InnovPlantProtect (InPP) was featured on RTP 1“s nationwide television program, ”Portugal em Direto".

RTP 1 broadcast a special report by journalist Teresa Marques, in which she revealed the solution our team has developed to inhibit the growth of the bacteria Erwinia amylovora which causes fire blight, a disease that affects rock pear and apple orchards in Portugal and has compromised the production of these crops.

“Due to climate change, the levels of infection [by Erwinia amylovora] are getting bigger every year and, as soon as you have a crop with fire blight, you have to cut down the apple or pear tree, and this has very serious consequences for farmers, because there are reductions of 40 to 60% in production,” he explains Cristina Azevedo, Director of the New Biopesticides of the InPP.

The work carried out by our researchers and their strong commitment have produced promising results, as shown in this report and in the statements made by Cristina Azevedo, Margarida Basaloco e João Carréu, InPP researchers.

For Pedro Fevereiro, InPP's executive director, “these new products are more sustainable and make it possible to protect crops from new pests and diseases that are appearing due to climate change” and the aim is for the various partners that make up CoLAB (companies, research institutes, state laboratories, municipalities and producers“ associations) ”to collaborate to develop products that can be taken to a level that can then be put on the market with the help of companies".

In this report you will learn more about the first provisional patent application submitted by the InPP team, on July 21, 2022.

The report is available at RTP Play, from minute 22:53.

InPP team collects samples of infected rice in Mondego to learn more about the fungus that attacks it

On August 1st, researchers from InnovPlantProtect (InPP).., Cristina Azevedo e Rupesh Singh, traveled to the Mondego area, in Montemor-o-Velho, to collect samples of rice infected with the fungus Magnaporthe oryzae, This is the cause of pyriculariosis, one of the most common diseases of this cereal all over the world and also in Portugal. The crops were harvested as part of the BlaSTOP project - Developing integrated solutions to combat rice pyriculariosis.

The InPP team, which has been working on the development of biopesticides against rice pyriculariosis, will now analyze the collected rice samples in the laboratory, with the aim of isolating and genetically characterizing the isolates (the cultures of microorganisms) currently present in the Mondego basin, in order to know the current genetic diversity of Magnaporthe oryzae in Portugal.

In the future, these collections will allow researchers to carry out a genetic analysis that compares the cultures of microorganisms from Magnaporthe oryzae currently present in this area of the Mondego and those isolated in the 1990s by the team from the INIAV in the national rice breeding program, in order to study the evolution of virulence, i.e. the degree or capacity of this fungus to cause the disease.

The fieldwork was carried out with the collaboration of António Jordão, a technician from Regional Directorate of Agriculture and Fisheries of the Center (DRAP Centro), and Danny Carvalheiro, a Master's student at the Higher Institute of Agronomy (ISA).

The BlaSTOP project aims to develop a sustainable and effective solution for controlling rice pyriculariosis caused by this fungus. The project has the support of COTArroz - Operational and Technological Center for Rice and Casa do Arroz, in the Tagus basin, and the Aparroz - Agrupamento de Produtores de Arroz do Vale do Sado Lda, in the Sado basin, where the team hopes to collect in the near future.

Sampling in the Mondego area, in Montemor-o-Velho