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Demonstração da iCountPests reúne produtores e técnicos agrícolas em Estremoz

O InnovPlantProtect realizou, no passado dia 2 de junho, a ação “iCountPests em Campo: demonstração prática da app de monitorização de pragas agrícolas”, que decorreu na Herdade das Servas, em Estremoz.

A iniciativa contou com a participação de 23 produtores, técnicos agrícolas e outros profissionais do setor interessados em conhecer o potencial da tecnologia digital e da inteligência artificial aplicada à monitorização de pragas. Ao longo da manhã, os participantes tiveram oportunidade de assistir à apresentação da iCountPests e de acompanhar uma demonstração prática da aplicação em contexto real.

A demonstração prática permitiu mostrar o funcionamento da aplicação em contexto real, desde a captura das imagens até à obtenção dos resultados, evidenciando o potencial da tecnologia para simplificar processos de monitorização, reduzir o tempo dedicado às contagens manuais e apoiar a tomada de decisão no campo.

O momento de demonstração em vinha proporcionou ainda uma oportunidade de interação entre os participantes e a equipa de desenvolvimento, promovendo a troca de experiências e a discussão sobre os desafios atuais da monitorização de pragas e da digitalização da agricultura.

O que disseram os participantes

“A app é simples de utilizar e permite poupar tempo na monitorização.”, destacou Nuno Chegadinho, ATEVA – Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo. Uma das funcionalidades da app que Nuno considera mais interessante é “conseguir manter um histórico das observações e acompanhar a evolução das populações ao longo do tempo.”

“É uma ferramenta com potencial para apoiar o trabalho diário dos técnicos no terreno.”, sublinhou Ricardo X, Herdade das Servas.

O InnovPlantProtect agradece a todos os participantes pela presença e interesse demonstrado nesta iniciativa.

Agradecemos igualmente à ATEVA – Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo, pelo apoio na divulgação da ação junto dos seus associados e da comunidade vitivinícola, e à Herdade das Servas, pela disponibilidade e colaboração na realização da demonstração em contexto real.

A ação foi realizada no âmbito do projeto BioLivingLABS: Bioeconomy at the service of the sustainability of inland territories, cofinanciado pelo COMPETE 2030, que visa aproximar a ciência das empresas e dos produtores, transformando os resultados da investigação em soluções práticas e sustentáveis que tragam valor económico e ambiental aos territórios de baixa densidade das regiões Norte, Centro e Alentejo.

O consórcio integra cinco instituições de investigação e inovação – o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto Politécnico de Castelo Branco, o Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação (MORE), o Laboratório Colaborativo InnovPlantProtect e o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (AquaValor).

Saiba mais sobre a iCountPests here.

Tree Talkers: sensores IoT que permitem compreender a fisiologia das árvores

Como podemos compreender melhor o estado de saúde das árvores e antecipar situações de stress hídrico ou ambiental?

No próximo dia 17 de junho, o InnovPlantProtect promove a sessão prática “Tree Talkers: Sensores IoT que permitem compreender a fisiologia das árvores”, uma iniciativa que permitirá conhecer uma tecnologia inovadora para monitorização florestal em tempo real.

Os Tree Talkers são um sistema avançado de sensores IoT capaz de recolher continuamente diversos dados sobre a fisiologia das árvores, como crescimento radial, velocidade do fluxo da seiva, densidade da copa, estabilidade das árvores, bem como informação sobre as condições ambientais envolventes.

Esta tecnologia permite acompanhar o estado de saúde das árvores e compreender melhor o funcionamento dos ecossistemas florestais, apoiando uma gestão mais informada e sustentável.

Durante a sessão, os participantes terão oportunidade de

  • Conhecer a tecnologia TreeTalkers e as suas aplicações;
  • Visualizar exemplos de resultados obtidos através da monitorização contínua das árvores;
  • Compreender como os dados recolhidos podem apoiar a gestão florestal;
  • Assistir a uma demonstração prática em campo, numa floresta de sobreiros.

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Receção dos participantes| 09H30

Presentations | 10H00

Conter a desertificação com a gestão e conservação do montado e da floresta mediterrânica caducifólia

TreeTalker Cyber: o sensor IoT que ouve as mudanças nas árvores

No interior da árvore. Compreender o stress através dos dados

O que as árvores nos dizem: dos dados à informação

Beberete e momento de networking | 11H30

Demonstração em campo | 11H45

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia. Para se inscrever basta preencher o formulário disponível here.

Marque na sua agenda e junte-se a nós! Teremos todo o gosto em recebê-lo/a!

📅 Data: 17 de junho de 2026
🕙 Hora: 10h00
📍 Local: Herdade de Rui Vaz, Avis

Esta ação realiza-se no âmbito do projeto BioLivingLABS: Bioeconomy at the service of the sustainability of inland territories, cofinanciado pelo COMPETE 2030, que visa aproximar a ciência das empresas e dos produtores, transformando os resultados da investigação em soluções práticas e sustentáveis que tragam valor económico e ambiental aos territórios de baixa densidade das regiões Norte, Centro e Alentejo.

O consórcio integra cinco instituições de investigação e inovação – o Instituto Politécnico de Bragança (IPB), the Polytechnic Institute of Castelo Branco (IPCB), o Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação (MORE CoLAB), o InnovPlantProtect e o Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (AquaValor).

InnovPlantProtect representou setor Agroalimentar na apresentação do estudo de impacto socioeconómico dos CoLABs

Os Laboratórios Colaborativos geraram 261,6 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB) em Portugal. Saiba como o InnovPlantProtect e os parceiros do setor estão a transformar a ciência em valor real para o campo.

Já está disponível para consulta e download o estudo integral “Impacto Socioeconómico dos Laboratórios Colaborativos (CoLABs)”. Promovido pelo Fórum dos Laboratórios Colaborativos (FCoLAB), em parceria com a Porto Business School (PBS), o relatório quantifica e valida o contributo destas estruturas como pontes determinantes entre o conhecimento científico e as necessidades concretas do tecido empresarial.

Os Números do Impacto Nacional

Os resultados demonstram que o investimento na inovação colaborativa apresenta um retorno sólido para a economia e para a sociedade civil. Entre os principais indicadores destacados pelo estudo, destacam-se:

  • Criação de Valor: Os CoLABs foram responsáveis pela geração de 261,6 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB) in Portugal.
  • Sustentabilidade do Emprego: Foram sustentados 2.178 postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos.
  • Retorno do Investimento Público: Entre 2021 e 2025, o investimento público de 115 milhões de euros traduziu-se numa receita pública estimada em 92,8 milhões de euros (cerca de 81% do financiamento recebido).
  • Capacidade de Mobilização: Só no âmbito do PRR, os CoLABs mobilizaram mais de 300 milhões de euros em inovação colaborativa e captaram mais de 28 milhões de euros em projetos Horizon Europe.

O Papel Estratégico do Setor Agroalimentar e Florestal

O estudo dedica especial atenção a áreas críticas para a resiliência do país, reconhecendo o papel dos CoLABs na valorização do conhecimento e na transferência de tecnologia no setor Agroalimentar e Florestal. Atualmente, esta área estratégica integra oito Laboratórios Colaborativos que trabalham de forma complementar para responder aos desafios da sustentabilidade, segurança alimentar e adaptação às alterações climáticas:

“Os resultados deste estudo demonstram que os CoLABs geram impacto económico real e têm um papel decisivo na ligação entre conhecimento científico e aplicação prática. No setor agroalimentar e florestal, esta missão é especialmente importante, porque os desafios ligados à sanidade vegetal, sustentabilidade dos sistemas produtivos e adaptação às alterações climáticas exigem inovação colaborativa e soluções com aplicação prática.”— António Saraiva, Diretor Executivo do InnovPlantProtect.

Como infraestruturas de interface, estas oito entidades — InnovPlantProtect (InPP), MORE CoLAB, FeedInov, Smart Farm CoLAB, Food4Sustainability, Vines & Wines, ForestWISE e Colab4Food — atuam em contextos de incerteza técnica ou falhas de mercado, capacitando o tecido empresarial com soluções que de outra forma estariam fora do alcance do mercado produtor tradicional.

Convidamos todos os nossos parceiros, produtores, investigadores e agentes do setor a analisar o documento na íntegra para compreender a evolução do ecossistema de inovação em Portugal.

Documentos para Download:

Clique nos links abaixo para aceder aos ficheiros em formato PDF/Digital: 📥 Descarregar Estudo Completo (PBS)

EVENTS

The importance of bioagent transport systems for field application

The Department of Formulations and Process Development for the Application of Biopesticides is dedicated to the design and production of encapsulation and transport systems, suitable for protecting our biological agents from the degradation that occurs during prolonged storage and during application. These protective and carrier systems, which are nanometric and micrometric in size, will be incorporated into solid and liquid formulations in a format that adapts to the specific agricultural application for which they have been designed.

Formulations can be solid or liquid.

After understanding the specific needs of each bioagent, we adjust the characteristics of the respective transport systems accordingly and also focus on developing viable manufacturing processes, potentially scalable to industrial volumes.

Solid nanoparticles, lipid nanoemulsions and polymeric microcapsules will be developed, obtained using precise and sophisticated processes already adopted by the industry. Innovation will be sought through the use of sustainable ingredients and combinations with previous systems, for easier adoption by the biocontrol market.

Image by Hans Reniers | Unsplash

Regulations for new genomic techniques: change is closer

“The current legislation on GMOs [genetically modified organisms], adopted in 2001, is not suitable for the new genomic techniques (NTG),” says the long-awaited study published by the European Commission (EC) at the request of the Council of the European Union (EU). O document led the EC to announce which will “initiate a broad and open consultation process to discuss the design of a new legal framework for these biotechnologies”.

“The study shows that NTG, which are techniques for altering the genome of an organism, have the potential to contribute to a more sustainable food system within the framework of the objectives of the European Green Deal and Farm to Fork Strategy“, says the EC statement. “With consumer and environmental safety as the guiding principle, the time has come to establish an open dialogue with citizens, Member States and the European Parliament in order to decide together on the way forward for the use of these biotechnologies in the EU,” stresses Stella Kyriakides, Commissioner for Health and Food Safety.

“NTGs have the potential to contribute to a more sustainable food system.”

The report identifies limitations to the legislation's ability to keep up with scientific developments, causing implementation challenges and illegal uncertainties, which need to be resolved. It recognizes that it may not be justifiable to apply different levels of regulatory oversight to products with similar degrees of risk, as in the case of conventionally improved plants and those obtained from certain NTGs.

“Future regulatory actions will need to address the knowledge gaps and limitations identified in this study.” In addition, “a greater effort should be made to inform and involve the public regarding NGTs, and to assess their opinions,” admits the EC.

Entitled ‘Study on the status of new genomic techniques under Union law and in light of the Court of Justice ruling in Case C-528/16’, the study examines the current state of NTG, “taking into account the ‘state of the art’ of knowledge and the views of EU countries and stakeholders”. The Council of the EU requested this state of play on NTG under European law (Directive 2001/18/ECRegulation (EC) 1829/2003Directive 2009/41/EC e Regulation (EC) 1830/2003), in the light of the judgment of the Court of Justice in Case C-528/16.

Image by Congerdesign | Pixabay

Getting closer to a regulation change in Europe regarding New Genomic Techniques

“The current GMO legislation, adopted in 2001, is not fit for purpose for New Genomic Techniques (NGTs)”, says the awaited study published by the European Commission (EC), at the request of the EU Council. The document prompted the EC to announce the start of a “wide and open consultation process to discuss the design of a new legal framework for these biotechnologies”.

“The study shows that NGTs, which are techniques to alter the genome of an organism, have the potential to contribute to a more sustainable food system as part of the objectives of the European Green Deal and the Farm to Fork Strategy”, states the EC in the related press release. “With the safety of consumers and the environment as the guiding principle, now is the moment to have an open dialogue with citizens, Member States and the European Parliament to jointly decide the way forward for the use of these biotechnologies in the EU”, emphasizes Stella Kyriakides, Commissioner for Health and Food Safety.

The study identifies limitations to the capacity of legislation to keep pace with scientific developments, causing implementation challenges and legal uncertainties, which need to be addressed. It recognizes it may not be justified to apply different levels of regulatory oversight to similar products with similar levels of risk, as is the case for plants conventionally bred and obtained from certain NGTs.

“Future policy action would need to address the knowledge gaps and limitations identified in this study”. Furthermore, “importantly, more effort should be made to inform and engage with the public on NGTs and assess their views”, admits the EC.

Entitled ‘Study on the status of new genomic techniques under Union law and in light of the Court of Justice ruling in Case C-528/16’, the report examines the status of NGTs “taking into account the state of the art knowledge and the views of the EU countries and stakeholders”. The Council of the European Union asked for this study, regarding the status of new genomic techniques under Union Law (Directive 2001/18/ECRegulation (EC) 1829/2003Directive 2009/41/EC and Regulation (EC) 1830/2003), in light of the Court of Justice's judgment in Case C-528/16.

Image by Congerdesign, from Pixabay